Antigos ocupantes do espaço que alberga actualmente o Hospital Geral de Luanda reclamam do governo da provincia uma indeminização ou recompensa pelo facto de terem cedido um espaço que ocupavam a favor de um projecto social.
Matias Miguel, um membro de um grupo de 700 familias, diz que ocupou e lavrava no referido espaço antes da independência até que em 2002 o então governador da província de Luanda, Aníbal Rocha, tomou a inciativa de urbanizar a area que aos poucas começava a transformar-se em zona residencial.
A seguir veio a ordem de demolição, entretanto já com novo governador a cabeça da provincia, o processo começou a complicar-se.
Matias Miguel, um membro de um grupo de 700 familias, diz que ocupou e lavrava no referido espaço antes da independência até que em 2002 o então governador da província de Luanda, Aníbal Rocha, tomou a inciativa de urbanizar a area que aos poucas começava a transformar-se em zona residencial.
A seguir veio a ordem de demolição, entretanto já com novo governador a cabeça da provincia, o processo começou a complicar-se.
Em 2005, os lesados recorreram ao Conselho de Ministros e em 2006 aos serviços de Apoio ao Presidente da República.
As duas instituições solicitadas foram unanimes em remeter o assunto a esfera do governo da provincia de Luanda, instituição que veio a dar algum sinal de alento aos reclamantes apenas em 2011 durante o curto mandato de José Maria Ferraz dos Santos.
A passagem efémera daquele governante no cargo não deu tempo sequer de responder aos reclamantes e agora novas esperanças voltam a estar depositadas no consulado de Bento Bento.
O 100 DUVIDAS, naquilo que lhe couber, promete continuar no encalço do facto e auxiliar na busca de MAIS UMA SOLUÇÃO, alias o 100 DUVIDAS NÃO ESQUECE.
As duas instituições solicitadas foram unanimes em remeter o assunto a esfera do governo da provincia de Luanda, instituição que veio a dar algum sinal de alento aos reclamantes apenas em 2011 durante o curto mandato de José Maria Ferraz dos Santos.
A passagem efémera daquele governante no cargo não deu tempo sequer de responder aos reclamantes e agora novas esperanças voltam a estar depositadas no consulado de Bento Bento.
O 100 DUVIDAS, naquilo que lhe couber, promete continuar no encalço do facto e auxiliar na busca de MAIS UMA SOLUÇÃO, alias o 100 DUVIDAS NÃO ESQUECE.
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